Lula é recebido no Palácio de Moncloa pelo presidente espanhol Pedro Sanchez (vídeo)

Foto: reprodução

Ex-presidente fecha sua viagem internacional com encontro com o líder espanhol, demonstrando que o Brasil pode voltar a ser respeitado no mundo

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que hoje seria presidente do Brasil se não tivesse sido ilegalmente impedido de participar das eleições presidenciais de 2018 por decisões do ex-juiz parcial Sérgio Moro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal, encerrou com chave de ouro sua viagem pela Europa, ao ser recebido pelo presidente espanhol Pedro Sanchez, no Palácio de Moncloa, capital espanhola. O encontro aconteceu nesta sexta-feira (19) a partir de 9h em Madri (5h de Brasília).

Com seu giro europeu, em que foi recebido pelo presidente francês Emmanuel Macron e pelo futuro chanceler alemão Olaf Scholz, Lula demonstrou que o Brasil pode voltar a ser um país respeitado no mundo, depois do desastre provocado pelo golpe de 2016, que instalou o usurpador Michel Temer no poder e pela eleição fraudulenta de 2018, posto que sem sua participação, que permitiu a ascensão de um regime neofascista no Brasil. 

Confira:

“Sinal dos novos tempos, a recepção no Palácio do Eliseu foi a culminação de uma turnê europeia qualificada de ‘triunfo’ pela imprensa brasileira, durante a qual, além de Emmanuel Macron, Lula conseguiu se encontrar com o futuro chanceler alemão, Olaf Scholz, o chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, ou o chefe do governo espanhol, Pedro Sanchez. Em Paris, ele também se cruzou com Anne Hidalgo e Jean-Luc Mélenchon. ‘Por motivo de agendamento, não pude encontrar o meu amigo Sarkozy’, justificou Lula, especificando que o ex-presidente francês lhe deu todo o seu apoio. 

Aparecer como um líder global 

Com Jair Bolsonaro, o contraste é impressionante. Em outubro, o atual presidente brasileiro havia sido soberbamente ignorado por quase todos os grandes líderes do planeta reunidos no G20 organizado em Roma. ‘Bolsonaro se tornou um pária e agora está sendo punido por seu vandalismo diplomático. É perceptível que a lideranças de todo o mundo querem dar o troco agora’, decifra Mathias Alencastro, pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento”.

Via Brasil 247

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