Em cinco anos, golpe de 2016 fez desemprego aumentar 70%

Além da taxa de desocupação, aumentou também o índice de trabalhadores subutilizados, em 66%. Com Lula e Dilma, desemprego caiu 45%, e salário mínimo teve aumento real de mais de 70%

Jair Bolsonaro e Michel Temer (Foto: Mauro Pimentel/AFP)

Ao assumir a Presidência da República, em 2003, Lula fez jus ao nome do partido que havia criado 23 anos antes. Ao longo de todo o seu governo, e também do de sua sucessora, Dilma Rousseff, criar empregos e elevar a renda dos mais pobres foi prioridade. E não faltam números que mostram a diferença que faz um partido comprometido com a causa dos trabalhadores.

Nos 13 anos de governo do PT, foram criados mais de 19 milhões de empregos formais. O número de brasileiras e brasileiros com carteira assinada saltou de 28,7 milhões, em 2002, para 48,1 milhões em 2015, último ano do governo Dilma, que sofreria o golpe em 2016. O dado representa um aumento de 67,5%.

Como consequência, o desemprego caiu também de forma expressiva. No primeiro ano do governo Lula, a taxa média de desocupados era de 12,4%, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), metodologia usada à época pelo IBGE. Em 2015, havia sido reduzida para 6,8%, uma queda de 45%. Sem contar que, em 2014, o Brasil havia tido a menor taxa média da história: 4,8% (veja gráfico abaixo).

Ao mesmo tempo, os trabalhadores eram cada vez mais bem remunerados, graças à política de elevação contínua do salário mínimo. De 2004 até 2016, o mínimo saltou de R$ 260 para R$ 880. Descontada a inflação do período, os números representam uma valorização real de mais de 70%.

Via PT Brasil

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