CEO global do Carrefour admite racismo no caso de Porto Alegre, que foi negado por Mourão e Bolsonaro

Bompard publicou uma série de mensagens no Twitter e classificou como “insuportáveis” as imagens que mostram João Alberto Silveira Freitas, homem negro de 40 anos, sendo espancado até a morte por dois seguranças brancos do Carrefour nesta quinta-feira (20).

“Medidas internas foram imediatamente tomadas pelo Grupo Carrefour Brasil, principalmente em relação à empresa de segurança contratada. Essas medidas são insuficientes. Meus valores e os valores do Carrefour não compactuam com racismo e violência”. ​De acordo com Bompard, medidas internas foram imediatamente tomadas pelo Grupo Carrefour Brasil, principalmente em relação à empresa de segurança terceirizada, mas essas medidas, na visão do executivo, são insuficientes.

“Peço, neste sentido, que seja realizada uma revisão completa das ações de treinamento dos colaboradores e de terceiros, no que diz respeito à segurança, respeito à diversidade e dos valores de respeito e repúdio à intolerância.” ​O CEO cobrou a revisão do treinamento dos funcionários e a colaboração da empresa com a Justiça para que “os fatos deste ato horrível sejam trazidos à luz”.

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Via Sputnik News

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