Novo Ministro da Educação de Bolsonaro tem histórico de mau uso do dinheiro público

Foto: Reprodução/Twitter

Do DCM

Carlos Alberto Decotelli da Silva é o novo Ministro da Educação no lugar de Abraham Weintraub.

Ele assume o MEC depois de ocupar o cargo de presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Na entidade, ele teve uma história de mau uso do dinheiro público.

Quem conta a história é o Portal Metrópoles em 24 de julho de 2019:

O professor Carlos Alberto Decotelli da Silva, presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), passou 23% do tempo como chefe da pasta viajando. Há 169 dias no cargo — ele foi nomeado em 5 de fevereiro, esteve ausente do órgão 38 vezes.

Nesse período, segundo levantamento do Metrópoles, com base em dados divulgados pelo Portal da Transparência, o governo federal desembolsou R$ 67 mil. Decotelli esteve em destinos como Salvador, Rio de Janeiro, Fortaleza, Recife e Natal, entre outros.

Em média, Decotelli fez um deslocamento a cada quatro dias. Um dos exemplos de viagem do professor é a capital manauara. O governo gastou R$ 8,7 mil. O titular do FNDE passou três dias em Manaus, entre 25 e 27 abril, participando de uma reunião com integrantes da Secretaria Estadual de Educação do Amazonas.

A preocupação dos servidores do órgão, responsável pela execução de políticas para a educação básica, é que a “ausência” de Decotelli tem atrasado atividades, como as compras previstas para este ano.

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